quinta-feira, 26 de novembro de 2009


Lucian Staniak (20)

Conhecido como "A Aranha Vermelha", Lucian foi o serial killer que matou mais gente na Polônia. Seu reinado de terror começou em 1964. Um assassino pitoresco, deixava notas poéticas comentando seu comportamento. Matou sua 1ª vitima conhecida durante um feriado nacional, e deixou a seguinte nota:" Colhi uma suculenta flor em Ulsztyn e farei isso com mais alguém, porque não há feriado sem funeral." Nos próximos 3 anos, este delinqüente sexual matou e mutilou pelo menos 20 mulheres.

Foi descoberto quando matou uma colega membro do Clube dos Amantes da Arte. Suas pinturas, feitas principalmente em vermelho e sobre cenas de mutilação, fizeram a polícia suspeitar dele. Investigando seu passado recente (2 anos), a polícia percebeu que seus passos combinavam com os crimes. Depois de confessar, foi mandado para um hospício, onde ainda pintou muito.
Earl Nelson (22+)

Este citador da bíblia matava donas de pensão baratas (prostíbulos). Era chamado "Misterioso Estrangulados" ou Assassino Gorila pelo enorme tamanho de suas mãos. Foi acusado de 22 assassinatos, mas cometeu pelo menos mais 3. Foi capturado no Canadá em 1928, e enforcado.

Bela Kiss (24)

Serial killer húngaro, suas façanhas foram imortalizadas pelo poeta surrealista Antonin Artaud. Em 1912, depois de mudar-se com sua esposa para a vila de Czinkota, ela começou a ter um caso. Logo os amantes sumiram e Bela contou aos vizinhos que eles fugiram. Logo depois, adquiriu 55 barris de metal. Falou para a polícia local que iria estocar gasolina por causa da iminente guerra. Em 1914, foi recrutado pelo exército e mandado para o campo de batalha. Morreu na guerra. Quando soldados passaram pela cidade à procura de gasolina, alguém lembrou dos barris de Bela. Ao abrirem na certeza de encontrar gasolina, encontraram 24 corpos preservados em álcool. Aparentemente, Bela chamava a si próprio de Hoffman, colocava anúncios em jornais locais descrevendo a si mesmo como solitário viúvo procurando companhia feminina. Garroteava aquelas mulheres que respondiam ao anúncio, e as colocava nos barris. Os corpos de sua mulher e do amante também foram encontrados ali. Ao investigarem sua morte, constataram no hospital que ele havia trocado de identidade com algum soldado ferido gravemente, e escapara ileso da guerra. Nunca foi encontrado, apesar de falsos alarmes de que teria sido visto em Budapeste ou Nova Iorque.


Marcel Petiot (24+)

Na escola de medicina, já era considerado ladrão. Acredita-se que, depois de formado, matou três de seus pacientes na cidade de Villanueye, França. Forçado a mudar-se, foi para Paris, onde continuou sua carreira como vigarista e trapaceiro. Durante a WW2, Dr. Petiot viu uma oportunidade de ouro para fazer muito dinheiro. Comprou uma casa na Rua Lesueur e tornou-a a prova de som, uma perfeita armadilha. Matou mais de 63 pessoas, a maioria judeus, que tentavam, escapar dos nazistas.

O astuto médico falava para suas vítimas que era membro da Resistência Francesa e arrumava fugas seguras para a América do Sul, cobrando, é claro. Depois de receber o dinheiro, o doutor aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que se tratava de vacina contra doenças tropicais. Levava-as até um quarto à prova de som onde pedia que esperassem a resistência. Quando o veneno fazia efeito, o prazer de Petiot era observar sua morte através de "buracos de espiar" especialmente feitos com este fim. Terminada a cena, mutilava os corpos e os jogava num poço de cal.

Depois passou a incinerar os corpos. Em 1944, foi preso.

Foram encontrados 27 corpos mutilados no seu porão. Ele alegou que eram nazistas mortos pela Resistência, um puro francês fazendo seu dever, e foi liberado pela polícia. Livre, desapareceu. Só foi preso novamente meses depois, quando um jornal acusou-o de ser um simpatizante nazista. Foi então acusado de 24 mortes. Durante o julgamento, confessou 63 assassinatos de "inimigos da França".

Ninguém acreditou que ele era da Resistência, e foi condenado à morte. Foi guilhotinado em 26/5/1946. Também acredita-se que a conta de mortes ultrapassa 63, e que os corpos eram jogados no Rio Sena ou no parque Bois de Boulogne, onde foram encontrados vários corpos desmembrados em 1942.
Patrick W. Kearney (28+)

O mais importante serial killer de estradas da Califórnia. Meticuloso, limpo e organizado assassino, deixava suas vítimas desmembradas e lavadas em sacos de lixo ao longo das estradas da Califórnia. Kearney e seu amante, David D. Hill, eram ambos veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde iniciavam suas ações homicidas.

Os "assassinos do Saco de Lixo", como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside, viram seu próprio pôster de procurados e se entregaram.

Depois, foram soltos por falta de provas. Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que matar excitava-o e lhe dava uma sensação de domínio.
Jane Toppan (31+)

Nascida em Boston com o nome de Nora Kelly, em 1854. Ainda era criança quando sua mãe morreu e seu pai, alfaiate, foi internado por tentar costurar seus próprios olhos para sempre. Depois de um breve tempo no orfanato, Nora foi adotada pela família Toppan e trocou seu nome para Jane. Levou uma vida normal até que foi rejeitada por seu noivo. Teve então um colapso nervoso e tentou cometer suicídio, mas fracassou.

Na escola de Enfermagem, sua curiosidade mórbida por autópsias começou. Foi demitida depois que dois pacientes sob seus cuidados morreram misteriosamente.

Passou então a trabalhar em domicílio. Logo foi considerada bondosa e sensível enfermeira, que cuidava dos doentes e idosos das melhores famílias de Boston. Ainda assim, a maioria de seus pacientes e suas famílias morriam misteriosamente depois de ingerir a sua "especial poção". Por mais de duas décadas, Jane brilhou em lares da alta sociedade da Nova Inglaterra com seus coquetéis de morfina, que causaram pelo menos 31 mortes.

O primeiro "Anjo da Morte" americano, terminou seu reinado em 1901, quando quatro membros da família Davis morreram. A suspeita logo caiu sobre a enfermeira que cuidava deles, e o marido da quarta vítima pediu a polícia de Massachusetts que fosse feita uma autópsia em sua esposa. As autoridades confirmaram então uma dose letal de morfina e atropina como causa da morte. Jane fugiu, mas foi presa em Amherst em outubro de 1901.

Já em custódia, confessou 31 assassinatos, mas acredita-se que este número está entre 70 e 100 mortes. Em seu julgamento, em 1902, médicos testemunharam que Jane nasceu com uma "condição mental fraca", mas ela acabou dizendo no tribunal que sua ambição era assassinar mais pessoas que qualquer homem ou mulher, vivo ou morto.

Depois desta declaração, foi considerada insana e mandada para um asilo, onde morreu aos 84 anos, em 1938. Até morrer tinha fantasias assassinas.

Gaiola de Cravos
Atribui-se geralmente a invenção desse engenhoso instrumento à condessa húngara Elizabeth Bàthory, que, todavia, existem registros de seu uso já no tempo dos romanos. Frise-se, porém, que não era um modo de interrogatório ou punição judicial, sendo utilizado apenas por certos indivíduos, isoladamente.

Basicamente, o engenho era uma gaiola cilíndrica de lâminas de ferro afiadas, cujo interior era guarnecido de pontas aguçadas de ferro. A vítima era trancada na gaiola e o torturador, armado de um archote, um ferro em brasa ou ainda de um ferro pontiagudo, começava a espetar ou atiçar o prisioneiro, que, em seus movimentos de recuo, ia chocar-se contra as pontas e lâminas da gaiola. O resultado final é fácil de imaginar-se.

Embora a maioria das gaiolas de cravos de que se tem notícia fossem colocadas diretamente sobre a terra, diz-se que a gaiola de Elizabeth Bàthory (aperfeiçoada para que ela tomasse os famosos banhos de sangue que, segundo supunha, a manteriam sempre jovem e bela) era suspensa no teto; a condessa sentava-se abaixo dela e o sangue corria diretamente sobre seu corpo.